26 de out. de 2015

Independência é o que há


Quem aí já sentiu que sua vida é uma montanha-russa e você só para de cabeça pra baixo? Eu me sinto assim na maioria das vezes. É como se todas as vezes que eu parasse para pensar em algo, eu reparasse que eu não estava sobre o controle daquilo, e sim que aquilo estava sobre controle de mim. Eu nunca mencionei, mas eu sou a pessoa mais sem controle das coisas do mundo – e a mais desajeitada – então, toda vez que eu paro para pensar nas hipóteses de algo estar dando certo, eu reparo que realmente não está.


Nem sobre minha própria vida eu tenho controle, porque eu sou de menor, e por mais que as pessoas que já estão na fase adulta falem que estar na minha idade é a melhor coisa do mundo, eu não sei se acho isso. Por mais que eu não tenha controle sobre as coisas, eu prefiro ser responsável por mim e não depender de ninguém, inclusive de família. Sempre quis ser independente, e de pensar que isso só vai acontecer daqui a quatro anos, chega dói um pouco.


A maioria das minhas amigas não pensam assim. Elas preferem ter alguém responsável por elas e que paguem suas coisas, já eu, acho que sou alienígena. Eu acabo não lanchando com o dinheiro que eu recebo todo dia, para ficar juntando e poder comprar as coisas que eu quero comprar sem pedir pro meu pai, e eu até gosto de comprar algo que não foi ele que pagou.

Me chamem do que quiser, mas ser independente é meu sonho desde os seis anos, e se é daqui a quatro anos que isso vai se realizar, eu espero, ou antecipo tudo.

24 de out. de 2015

Eu sei que não escrevo aqui, e quando escrevo é sobre merda, ou sobre algo idiota o suficiente pra eu colocar em um blog sem leitores, imagina se tivesse né. Eu não sei o que aconteceu, só desisti de ter um blog e de ficar escrevendo textos que depois da minha prova do IFRN eu nem sei se escrevo mais direito.

É como se cada vez que eu fosse escrever um texto novo, eu fosse errar todas as palavras, acentos, vírgulas e pontos.

Sempre gostei de escrever, mesmo que sejam sobre coisas bestas e estúpidas que qualquer menina escreve. Eu escrevia por diversão, e por isso eu fui aperfeiçoando minha escrita, já que recebo alguns elogios de professoras de redação, mas essa do IFRN, foi tipo, a pior de todas.

Eu nem sei se aguento escrever mais algum texto argumentativo, eu não sei o que aconteceu, de verdade. Sabe quando você vai fazer algo mas não tem certeza de que realmente vai ficar bom? É assim toda vez que eu começo a escrever sobre algo, e a prova foi a uma semana atrás.

As vezes eu acho que me torno perfeccionista demais na minha escrita e isso acaba fazendo ela ficar horrível, como se quando eu mudasse o lugar da vírgula ou do parágrafo, todo o contexto do meu texto mudasse também, e por isso eu estou começando a ficar com medo de apresentar qualquer tipo de redação pra alguém.

Desde setembro eu não escrevo aqui, e acho melhor continuar assim.


3 de set. de 2015

O jogo mais viciante, ever!



Vocês certamente já devem ter ouvido falar do Piano Tiles, um joguinho para celular lançado ano passado. Esse ano, foi lançado o Piano Tiles 2, no qual eu estou completamente viciada e não paro de jogar um segundo. Para quem já jogava o primeiro, vai se apaixonar pelo segundo - assim como eu.

O jogo vem com uma interface nova e um novo jeito de se jogar. Ao longo dos níveis, você pode desbloquear músicas e jogá-las quantas vezes quiser, então você não vai jogar uma música qualquer como quando clicava em uma fase do primeiro Piano Tiles e isso acaba fazendo o jogo ficar mais divertido e interativo.

Algumas das músicas que tem no jogo, claro que a maioria daqui devem conhecer, como Happy Birthday to You, Jingle Bells ou Little Star. O mais legal de tudo, é que o jogo é gratuito e disponível para android e iOS. Não deixe de conferir!


15 de ago. de 2015

Tipos de presente para dar ao namorado

Normalmente, quando se trata de presente para o "grande amor da sua vida", muitas mulheres não sabem exatamente o que escolher e talvez esse post ajude e também quebre um pouco o clima "sério" desse blog.

  1. Um livro de uma série que ele goste
  2. Um hidratante de boca só pra zoar
  3. Uma cueca talvez
  4. Se ele for do tipo "tiro onda com todo mundo", dê a ele uma camisa estampada com a frase: 20 pegar
  5. Mas se for do tipo "gosto de tudo arrumado", um garfo com o nome dele seria bom, assim todo mundo saberia que aquele garfo é só dele mesmo.
  6. Caso vocês sejam o casal super ousado da galera, compre uma camisinha
  7. Se nenhum dos tópicos acima te serviram, experimente comprar-lhe um cupcake


14 de ago. de 2015

Já parou para pensar em quanto tempo você demoraria para resolver uma lista de 100 questões de álgebra? E se fosse apenas 50 questões? Sinceramente, eu demoraria uma eternidade. É mais ou menos isso a forma de descrever o amor. Ele demora demais para ser compreendido e demora demais para ser resolvido. É como se você tivesse que ficar com aquele menino, mas não sabe como dizer a ele que tem que estar com ele a todo momento, do mesmo jeito que você sabe que tem que resolver tal questão da lista, mas não sabe nem por onde começar a escrever os números.

Se todas nós acabamos nos apaixonando e nos decepcionando no final, sabemos que assim como uma lista de matemática, isso acaba, com exceção se for realmente amor. Se realmente for amor, vai ser como se tudo fosse uma primeira vez. Seu beijo com ele, o olhar, o toque, o abraço e claro, o “eu te amo”. Essas três palavrinhas têm um poder excepcional aos olhos de qualquer garota.


E se acontecer de descobrir que ele não sentia o mesmo por você? Que era só uma ficada? Calma, não é o fim do mundo. Vão ter muitos outros caras te querendo e você pode aproveitar sua vida do jeito que ela tem que ser aproveitada. Na adolescência, nós garotas, começamos a nos apaixonar por tantos caras diferentes de tantos jeitos diferentes, que é difícil saber depois qual o seu gosto definitivo, e com certeza, eu acho isso realmente um saco.

11 de abr. de 2015

Doente, Simulado

Oi pessoas! Como vai a vida de vocês? É meio estranho perguntar isso, porque ninguém lê o blog, então tenho certeza de que não vou ser respondida. A minha vida vai péssima sabe? Eu tô doente :( Uma das piores coisas da vida é ficar doente. Quase nunca você vai poder sair de casa, por estar passando mal ou coisa assim. Mas uma das partes legais de se ficar doente, é não ter aula. Sim, eu meio que não estou indo para aula por conta disso, rs.

 Fora eu estar doente, ter que ir para um simulado às 7h da manhã de um sábado é um saco. Acho que todas as pessoas que estão perto de entrar no ensino médio (assim como eu, que estou no 9º ano) ou que já fazem parte do ensino médio, têm de fazer simulado. E assim, é um saco! Você tem que acordar cedo em um dos dias mais legais para dormir até tarde. Mas com simulados eu tenho umas histórias super "legais". Por exemplo, o simulado passado, mudei de sala duas vezes até chegar a certa!

Começou que eu fui a única do 9º "A" que ficou em uma sala com pessoas do 9º "B" e outras do 8º. Até aí estava tudo bem. Eu estava com meu amigo do 9º "B" que havia ficado na mesma sala que eu, até que, chegou nossa coordenadora e nos mudou para uma sala que só haviam pessoas do 1º e 2º ano. A fiscal que veio me entregar a prova devia ser meio lesada, não sei, pois me entregou uma prova do 1º, e eu, tive que falar que não era do 1º ano, até ela entender isso, o diálogo entre nós foi o seguinte:

- Moça, sou do 9º.
A mulher olhou para o outro fiscal e disse:
- Ela é do 2º.

Tive que repetir umas 3 vezes para que ela entendesse que eu não era do 2º. Até que minha coordenadora chegou na sala e perguntou quem era do 9º ano. Eu e meu amigo nos entreolhamos e levantamos a mão. Ela pediu que a gente seguisse ela até a outra sala. E nessa sala nós ficamos.

Até que foi engraçado sabe? Mas me dá um ódio que nem eu sei explicar as vezes. Nem sempre a sala que você fica é a certa. E eu já fui avisada que isso poderá acontecer sim em concursos que eu for fazer mais lá na frente.

Se você for fazer algum concurso, te dou uma dica: não fique nervosa se acontecer de sua sala estar errada. Isso acontece com qualquer um! Não é nada de se preocupar, você só vai precisar encontrar um local para fazer sua prova e bum!Você faz!


6 de abr. de 2015

When We're Together


Já parou para pensar nas pessoas ao seu redor? Já parou para pensar nos problemas que elas estão enfrentando? Ou então o que pode ter acontecido para aquele seu colega de classe ter chegado de cabeça baixa hoje? Não? Pois é. Fazemos isso de vez em quando não é? Admito que já fiz isso muitas vezes. Deixei sim de me preocupar com pessoas a minha volta para me preocupar comigo mesma, acho que era só isso que passava na minha cabeça na época. A real é que não podemos ser assim sabe? Não podemos deixar de nos preocupar conosco, mas também não podemos deixar de nos preocupar com as pessoas ao nosso redor. Hoje na aula, sinceramente, fui tomada por um choque de realidade. Coisas que eu achava que acontecia só apenas com pessoas que não fazem parte da minha vida, acontecem também com pessoas da minha sala que estão ali presentes todos os dias do ano comigo. Talvez seja até incômodo ir perguntar o que passa na vida daquela pessoa não é? Também acho isso, e por isso acabo ficando quieta na minha. Sempre. O maior problema é não cuidarmos uns dos outros sabe? Você sempre fica dentro de sua vida, mas nunca se importa com o problemas de outras pessoas, para saber se ela está bem ou não, e como anda a cabeça dela ultimamente.
Acho que devíamos nos preocupar mais com as coisas que acontecem ao nosso redor. É claro, não o tempo todo para não encher o saco, mas sempre tentar estar presente como amigo ali, do lado daquela pessoa que tanto precisa de ajuda e você nunca sabe. Mostrar que é amigo dessa pessoa irá ajudá-la tanto que você não faz nem ideia. Temos que conviver com elas! Um dia as pessoas se vão, e você pode ficar. E aí? Você vai lembrar de todos os momentos juntos com aquela pessoa e tenho quase certeza de que irá dizer para si mesma o que devia ter feito e o que deveria ter evitado. Um dia elas podem não estar aqui, e só nesse dia, talvez, você repare o quanto deveria ter dado nem que seja um pouco de atenção àquela pessoa.