
O que na verdade é realmente amar? É só um verbo? Ou é a ação que você pratica quando vira o sujeito? Talvez possamos inverter os papéis, e aí, eu seria o predicado e você o sujeito, assim, eu poderia ser amada também.
Mas se você deixa de me amar, eu viro um predicado nominal, sem a sua ação sobre mim. E ah, por favor, não suma, não quero que você vire o sujeito indeterminado.
Eu só quero na verdade, que o verbo fique entre nós, e nunca perca a verdadeira essência, porque uma oração que tem o verbo "amar", só perde o sentido quando quem pratica a ação deixa de existir.
Vitória Carvalho



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